FUNCIONÁRIOS FANTASMAS

Abílio não nega que familiares eram funcionários ” Fantasmas ” e culpa Botelho em entrevista para Antero.-Assistam

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” Candidado do PL tentou se eximir de responsabilidade do histórico de parentes receberem sem trabalhar ” 

O candidato a prefeito Abilio Brunini (PL) admitiu que a madrasta, a mãe e a irmã dele foram funcionários fantasmas na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, em gabinetes de deputados estaduais, mas tentou se eximir da responsabilidade e ainda jogar a culpa no adversário na disputa pela prefeitura de Cuiabá, Eduardo Botelho (União).

O jornalista Arthur Garcia denunciou em 2018 que Damares Rastelli, madrasta, Silvana Brunini Moumer, mãe, Carolina Manoela Brunini, irmã, Anderson Brunini, irmão, Suzimar Brunini, prima dele, foram funcionários fantasma da Assembleia Legislativa.

O assunto voltou à tona na manhã desta quarta-feira (18.09), no Jornal da Cultura.

“Se ela recebeu na Assembleia Legislativa e não trabalhou, e o Botelho era o chefe, de quem é a culpa?”, disse Abilio, ao admitir que os parentes foram servidores fantasmas, mas dando uma desculpa para tentar se eximir de culpa, sem citar que a madrasta era lotada no gabinete do deputado estadual Sebastião Rezende, de quem é aliado, e não na Presidência da Assembleia Legislativa.

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“Quer dizer que sua mãe e irmã recebiam sem trabalhar e a culpa é do Botelho?”, questionou o jornalista Antero Paes de Barros, ao rebater Abilio.

Apesar de Eduardo Botelho ser presidente da Assembleia Legislativa, os parentes de Abilio eram lotados em gabinetes de deputados, portanto, não eram funcionários da Presidência da ALMT.

Entre todos os parentes fantasmas, o caso da madrasta foi o que mais teve repercussão, porque ela chegou a ser entrevistada por Arthur Garcia admitiu que trabalhava de verdade todos os dias no Grande Templo, onde atuava como locutora de rádio.

Assistam

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