Na manhã desta quarta-feira, 26 de fevereiro, o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL-MT), Max Russi (PSB), concedeu uma entrevista à imprensa. Durante a conversa, ele enfatizou a necessidade urgente de finalizar as obras do Ônibus de Transporte Rápido (BRT), que se arrastam há mais de uma década e têm causado grandes transtornos à população.
Russi revelou que continua cobrando do governador Mauro Mendes (União) a rescisão do contrato entre o Governo e o Consórcio BRT, devido ao descumprimento do acordo firmado em 2022. Ele mencionou uma conversa recente com o secretário da Casa Civil, Fábio Garcia, que indicou que as tratativas para um desfecho amigável estão avançadas.
O parlamentar expressou sua contrariedade à contratação de uma única empresa para gerenciar as obras do BRT. Em sua defesa, sugeriu que diversas empresas sejam contratadas em lotes menores, com o objetivo de minimizar a interferência no trânsito e evitar mais transtornos para os cuiabanos, além de acelerar a conclusão das obras.
“Eu tenho defendido que se finalize essa primeira etapa, promovendo licitações em vários lotes. Estamos todos bastante preocupados e desejamos um desfecho no menor espaço de tempo possível”, enfatizou o deputado.
Quando questionado sobre se o governador já havia delineado como seria feita essa contratação, dado que o processo licitatório pode ser moroso e uma contratação emergencial poderia sair mais cara, Max Russi sugeriu que o caminho viável seria envolver o Tribunal de Contas (TCE), o Ministério Público (MP) e a Assembleia, para evitar a repetição de uma licitação como a anterior, que totalizou cerca de 500 milhões.
“Deveríamos dividir em pequenos lotes, realizando várias licitações de R$ 30, 40 ou 50 mil. Não posso especificar um valor exato, mas a proposta é que várias empresas assumam a obra e a executem em um período mais curto. É isso que a população deseja”, concluiu.





























